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Autor Tópico: Death Note - O jogo  (Lida 1447 vezes)

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« Resposta #15 Online: 14 Jun 2016, 19:31 »
MAX

Max levanta de seu querido sofá, onde passou a noite assistindo Grey's Anatomy, simplesmente viciante para um médico pós graduado.

Ele decide então desligar ela e ir fazer o básico - Escovou os dentes, trocou sua roupa, arrumou suas cobertas e finalmente foi para a varando tomar uma xícara de chá junto à um bolo de fubá.

Enquanto seu chá esquentava, ele decidiu ligar um rádio antigo que tanto gostava. Passando pelas estações ele ouviu algo muito interessante, sobre um atentado terrorista.


Max - Hm.. talvez hoje tenhamos mais pacientes do que o esperado, tomara que no mínimo 5 pessoas tenham sido afetadas. Bom, ainda é muito cedo para dizer alguma coisa, melhor eu me trocar e sair para o serviço, afinal, meu novo superior não parecer ter ido com a minha cara.

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« Resposta #16 Online: 14 Jun 2016, 22:01 »
FINN LEWIS
Finn Lewis - Smartphone?
Finn Lewis - "Smart" porcaria.

Arremessa-o na parede.

E quando vai pegá-lo no chão, apenas um link é carregado: a notícia de mais um atentado terrorista.

Finn Lewis - Fanáticos filhos da p***.

Pensativo.

Finn Lewis - Vou para agência, e faço uma charge.

:linha3:
« Última modificação: 17 Jun 2016, 23:29 por Fine Cut »

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« Resposta #17 Online: 15 Jun 2016, 13:59 »
Octo Hundred

Um dia amanheceu, afinal, isso é inevitável. Será que já havia colocado a chave na bolsa de sua irmã?
Voltar para conferir, apesar de frustante é lógico e necessário.

Octo: Talvez eu devesse parar de duvidar. Minha irmãzinha tem a capacidade de encontrar a chave sózinha. Eu me preocupo demais com você, não Maria?

Ela não tinha acordado ainda, ele saiu e foi até a empresa!

Octo: Esse maldito homem não tem nem a capacidade de deixar alguém em paz por um momento? Dois minutos é muito pra ele?

Sim, era muito para aquele grisalho homem de altas costas. Nem ao menos podia dizer um bom dia aos funcionários. Se o fizesse seria motivo de espanto. O trabalho foi como sempre: folhas pra lá pra cá e nenhum serviço de reportagem, triste para ele.
Com o término de seu turno, foi embora e deitou-se na cama pensando em como aquele velho poderia se tornar alguém bom. Sua irmã já tinha chegado da escola, e sua companhia o animava!

Pergunta:
Posso dar um edit, certo? Eu tinha esquecido de escrever algumas coisas rsrs
[close]
Levantou-se em meio ao fim de tarde com um telefonema do chefe.

Chefe: Temos algo para você, esteja aqui o mais rápido possível, é o último que temos, afinal, todos os outros recusaram a reportagem.

Ao chegar lá, o chefe o diz, em tom diferente sobre uma reportagem. Algo sobre um atentado terrorista. Ele se prepara, e deve ir até o local para conseguir informações com os soldados que estavam em tiroteio com os malditos fora-da-lei.

Octo: Mas que droga! Quando se consegue alguma reportagem boa ela é perigosa, minha irmã teve que ficar com aquela maldita da minha tia. Espero que ela não mate a menina com aquelas comidas estranhas.-Disse enquanto seguia com o carro da tia até o local. A expressão da irmã o dava um tanto de culpa. Era fuzilado pelo olhar dela.
« Última modificação: 16 Jun 2016, 08:02 por ManecBR3 »


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As gaivotas voavam de forma inquieta naquela tarde. Decoravam o céu se misturando aos tons quentes do pôr-do-sol. A lua tentava se mostrar, mas numa falha tentativa se misturava ao branco das nuvens, quase que invisível. Sentado, encostado ao mastro, eu observava cuidadosamente a forma como as nuvens se mexiam e suas variações refletidas nas águas salgadas.

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« Resposta #18 Online: 15 Jun 2016, 16:58 »
Zac


Em um apartamento afastado do centro da cidade. . .
-Filho, - sua mãe o chama ao vê-lo acordado deitado no sofá da sala com a TV ligada -Não dormiu de novo? Justo hoje que é o dia de sua prova?
-Mais um atentado. . .Às vezes é difícil de acreditar que ainda existem pessoas meio idiotas no mundo que ponham sua fé perante a sociedade de hoje. . .-Ao terminar de falar, Zac pega sua mochila e vira para a sua mãe com um sorriso em teu rosto e continua: -Porém eu sou uma dessas pessoas idiotas. -Termina se levantando do sofá e se despede com um beijo no rosto.
« Última modificação: 15 Jun 2016, 17:00 por Sky »

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« Resposta #19 Online: 16 Jun 2016, 17:52 »
NARRATIVA - DIA 1

@GREGÓRIO TORRES Indo para o trabalho, algo estranho aponta no dia. A via está extremamente congestionada, mal se consegue ver o que motiva todo esse alvoroço. Se continuar assim, você irá se atrasar.

NARRATIVA - DIA 1

@OCTO HUNDRED sente algo muito estranho sobre a reportagem que seu chefe ordenou, mas como ordens são ordens, não é?! Você sabe de algo sobre Osasco e é pra lá que deve partir.

:linha3:

NARRATIVA - DIA 1

@FINN LEWIS indo para o trabalho vê um fanático com um cartaz gritando no centro de uma praça aleatória.

Fanático - Hey você loirinho! Arrependa-se! O Apocalipse está próximo! Converta-se agora!

:linha3:

NARRATIVA - DIA 1

@Max recebe uma mensagem no celular, cobrando a presença imediata no PS, algo sobre atentado terrorista em São Paulo. É melhor não ignorar.

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DN: Narrativa, dia 1
« Resposta #20 Online: 16 Jun 2016, 19:38 »
FINN LEWIS

Finn fez pouco caso do sujeito, a situação era rotineira.

Finn Lewis - Me converter? é uma piada? Loirinho é o filho da **** que te fêz crer num bocado de mentiras.

Vê todas essas pessoas? vão para o emprego, têm contas vencidas. Não encha os seus ouvidos com as suas crenças repetidas.

:linha3:
« Última modificação: 17 Jun 2016, 23:29 por Fine Cut »

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« Resposta #21 Online: 16 Jun 2016, 20:07 »
GREGÓRIO TORRES
Preso no congestionamento, Gregório observa a fila interminável de veículos em todas as direções possíveis. Gregório Torres - Acindente de novo? - Ele pergunta ao motoboy mais próximo sem obter resposta. - Ou será outro maluco querendo saltar da janela? Deviam ter horas  certas pra isso. Enquanto aguarda, Gregório observa o motoboy usar os corredores do trânsito. Como não pode fazer o mesmo, começa uma partida de xadrez no celular, ignorando o caos que o rodeia...

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« Resposta #22 Online: 16 Jun 2016, 20:13 »
Octo Hundred

A recepção era mais calma do que ele imaginava. Onde estavam as balas, bombas?
O único que veio falar com ele era um soldado, já havia recebido uma mensagem do chefe falando sobre a reportagem.

Soldado: Você é o garoto que veio fazer a reportagem? Enfim, não deixe esse carro aí, é perigoso. Eles devem estar armando uma bomba daquelas agora. O último homem-bomba que aqui surgiu levou três de meus homens.

Octo: Sim, sim. Perdão, mas onde eles estariam pondo esta bomba?

Disse isso enquanto estacionava o carro no lugar onde o soldado o indicava. Após entrarem a conversa continuou:

Soldado: De acordo com as últimas bombas, nosso estrategista pode perceber que as bombas seguem um padrão, e os homens-bomba outro. Eles parecem enviar os incapazes de lutar no segundo caso, é desumano.
Elas devem estar nos muros do prédio ao lado, colocamos algumas barreiras lá, eles não tem paciência, explodem tudo. Já retirei meus homens de lá. A propósito, meu nome é Hans, sou o comandante deste grupo.


Octo: Prazer, Octo Hundred. Podemos começar com as perguntas, sr. Hans? Então vamos lá:
Primeira pergunta: Este ataque vem ocorrendo já faz quanto tempo?
Segunda pergunta: Dê-me números, temos quantos homens no lado oposto?
Terceira pergunta: Temos informações sobre um comandante terrorista?
Quarta pergunta: Qual seria esse padrão?
Quinta pergunta: Qual foi a resposta inicial por parte governamental?

 
Cmdt.Hans: Tudo bem, vou lhe responder a todas as cinco perguntas.
Em primeiro lugar, o ataque vem ocorrendo a cerca de duas semanas, temos cerca de mil homens nesta divisão terrorista e não conhecemos seu método de organização. Também não sabemos nada sobre seu líder principal nem secundários, além do fato de que o padrão básico pode ser mudado, porém ele é simples: Eles costumam tentar derrubar nossas barreiras, ao fazer isso, enviam caminhões blindados com um ou dois homens-bomba dentro. A resposta do governo foi manter em segredo esse ataque, mas agora vazou.


Octo: Porquê vazou? Tão de repente? No caminho para cá vi um fanático gritando com um cara sobre converter-se. O rapaz parecia já saber algo. As informações virtuais existem? São reais ou falsas?

Cmdt.Hans: O vazamento foi devido a uma vítima civil. Logo postaram coisas em redes sociais e sites de notícias. As informações on-line podem ser reais, mas incompletas. E algumas podem ser incorretas e sem base. Sim, elas vazaram já fazem uns dois dias, mas esse rapaz só deve ter visto hoje. Os fanáticos já estão se espalhando, cenas como aquela são bem comuns, eu acho. Afinal não saio da base, meu aparelho celular foi destruído, minhas últimas fontes de informação são as ligações, por telefone fixo, da central.

Octo: Obrigado pelas informações, poderia levar-me por um lugar seguro?

Saíram assim, durante a entrevista, bombas e tiros puderam ser ouvidos, o reverso da recepção inesperada.
Ao chegar em casa, após pegar sua irmã, se deita na cama e dorme ouvindo música para que sua dor de cabeça provocada pelo barulho infernal naquele local fosse esquecida. Porém é acordado por lembrar que tem que passar os dados do gravador para o papel, e passa mais horas nisso.



Ps: Foi mal pela extensão do texto, é uma entrevista, acho que faz sentido.
« Última modificação: 16 Jun 2016, 20:19 por ManecBR3 »


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As gaivotas voavam de forma inquieta naquela tarde. Decoravam o céu se misturando aos tons quentes do pôr-do-sol. A lua tentava se mostrar, mas numa falha tentativa se misturava ao branco das nuvens, quase que invisível. Sentado, encostado ao mastro, eu observava cuidadosamente a forma como as nuvens se mexiam e suas variações refletidas nas águas salgadas.

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« Resposta #23 Online: 17 Jun 2016, 00:04 »
NARRATIVA - DIA 1

@GERAL
O relógio já estava prestes a bater meio dia, a confusão em Osasco estava longe de findar. O caos havia tomado conta do lugar, homens fortemente armados estavam atacando locais públicos na intenção de maximizar as vítimas, ataques orquestrados pelo terrorismo. A matéria divulgada pelo Octo Hundred chegou a tela da TV e pela internet com fácil acesso de todos. Juntamente foi divulgada outro vídeo de um homem grisalho aparentando seus 40 anos, com marcas faciais resultantes de trabalho braçal, diz em um português "chuleiro":


- Eu me chamo Razak, e sou membro da organização Cobra! Nós estamos acordando e levantando como os sinais estão nos chamando, coisas, assim, funcionam pra nós, lado a lado povo está. Lá fora as outras organizações também já receberam os sinais, nós apenas o começo!

Esses homens mantem sob seu poder 30 reféns que estavam em um dos mais velhos edifícios da cidade, parece que não estão querendo colaborar. Noticias dizem que já passam de 100 os feridos pelo ataque feito no inicio do dia. Os feridos estão sendo distribuídos nos hospitais próximos para não haver gargalos de atendimento e baixas desnecessárias.

NARRATIVA - DIA 1

@GREGÓRIO TORRES já cansado de permanecer na fila, pode ver um homem munido de uma AK-47 passar do lado de seu veículo em rumo ao centro do caos, pode-se ouvir gritos de terror, mas o homem parece ter um alvo específico. Também consegue ter acesso a noticia do Octo Hundred sobre o caos instalado.

NARRATIVA - DIA 1

@OCTO HUNDRED Os homens do comandante estão posicionados para manter a situação tanto pela população para evitar baixas e também para manter o controle da situação. Você está próximo a situação, a salvo desse caos.

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« Resposta #24 Online: 17 Jun 2016, 00:29 »
SERIPH MARTINS
Ao chegar ao local de trabalho, Seriph tem uma conversa com os membros da equipe.

Richard - Você se atrasou, Seriph. Eu acabei programando um pouco antes de você chegar.
Seriph Martins - Me desculpe, eu tive alguns problemas.
A propósito, tenho algo que gostaria de lhes contar.

Membros - O quê?
Seriph Martins - Eu estarei ocupado durante esses tempos. Preciso fazer uma visita ao meu pai, resolver umas bagunças.
Leon - É sobre o que está acontecendo durante as notícias, não é?
Seriph Martins - Sim. Parece que meu pai está com alguns problemas e necessita de minha ajuda.
Eu já deixei todos os papéis prontos, a história está completa e só faltam os personagens que vocês queriam inserir. Acho que podem fazer isso sem mim.

Marcos - Sem problemas, cara! Deixa com a gente, vai lá ajudar seu pai.
Seriph Martins - Eu realmente agradeço. Se me derem licença, devo partir.


Após se despedir de seus companheiros, Seriph deixa o local. Na porta, ele retira o telefone do bolso e parece fazer uma ligação. Seria para o seu pai?

Richard - Esse Seriph... apesar de ter um trabalho como este, ele parece ter vocação o suficiente para surpreender até mesmo o próprio pai. Só espero que dê tudo certo, seja lá qual for o problema.
Marcos - Não esquenta! Eu ouvi dizer que ele já se envolveu em um caso similar antes. Ele fazia parte de... não lembro bem.
Leon - Ele fazia parte de uma espécie de sindicato, mas isso é tudo o que podemos arrancar dele.
Richard - Heh, que coisa.

 


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« Resposta #25 Online: 17 Jun 2016, 14:22 »
MAX

Max estava a caminho do seu trabalho, quando ouviu seu celular apitar, de primeira pensou em ignorar, mas.. quem não garante que era algo importante? Ele tira do bolso e solta a seguinte frase:

Max - PS? Parece que minhas expectativas subiram de 50% para 90%. Melhor eu me apressar.

Ele chega no seu local de trabalho, mais de 20 feridos estavam na fila para serem atendidos e vários outros para receber medicamentos.

Max - Taxa de acerto e palpites - 100%. Bom, vamos trabalhar... afinal, é um belo dia para salvar vidas.

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« Resposta #26 Online: 17 Jun 2016, 15:48 »
GREGÓRIO TORRES
Gregório estava absorto em seu jogo quando a ponta de um rifle apareceu pela janela do carro. Num ato instintivo ele recuou e levou a mão até o porta luvas sem abrí-lo. Gregório Torres - Mas que diabos! . Seu celular, que havia caído no banco, toca pela segunda vez no dia. Uma reportagem sobre um ataque no centro. Gregório observa o homem carregando um rifle correndo na mesma direção das notícias. Vejamos quem é Razak...
« Última modificação: 17 Jun 2016, 16:19 por Joseph Poe »

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« Resposta #27 Online: 17 Jun 2016, 18:43 »
Octo Hundred

Perdido em meio a papéis, seria aquilo sue resto de noite? Não. Até seria, se não por um fato.
Algo lhe deu vontade de abrir o navegador de seu celular, e se depara com uma gravação de vídeo.

Octo: Cobra? Razak? Sei menos sobre isso do que em qual parte da notícia eu estava transcrevendo, é a segunda vez que me perco. Maldita dor de cabeça. Esses ruídos de fundo irritam, mas creio que um bom detetive pode identificar o local, infelizmente não conheço nenhum detetive... Deveria ligar para o chefe? Uma notícia já não é necessária, afinal já temos uma. Arghh sobre o que eu falava mesmo?

Se perdeu novamente em meio a papéis, o dia logo logo chegaria, e para ela significaria mais trabalho.
Amanheceu, Hundred mal se mantinha de pé, seus olhos mal abriam e suas mãos ainda faziam o movimento da caneta, como se ainda estivessem escrevendo, devido obviamente ao trabalho que teve. A notícia não era simplesmente passar a entrevista, afinal, muitas coisas deveriam ser passadas a reportagem, inclusive adaptação de falas. Era um saco. Entregou ao patrão, este finalmente lançou a notícia final, com a entrevista completa, e não em trechos como antes.
Mais algo lhe aguardava, e ele iria descobrir isso agora, o que seria esse "mais" que lhe corria atrás da orelha?

Chefe: Tudo bem, Hundred, uma bela entrevista, poderia ser melhor, mas...
Temos mais algo para você.
-ao ouvir isso ele tremeu, acreditando que seria mais algo envolvendo os terroristas, dessa vez seria diretamente com um deles?-Pode-se ver que você é um aplicado funcionário, e preciso de você novamente, dessa vez iremos até uma base central, ela é bem segura, mas foi difícil arranjar permissão dos mesmos para entrar lá. O que cremos, é que eles tenham mais informações do que o comandante Hans tinha.

Octo: Deixe-me ver se entendi, quer que eu entreviste autoridades de patente máxima do exército brasileiro? Ninguém aceitou isso? Duvido que me escolheu por minhas "qualidades de funcionário".

Chefe: Oras. Duvidando de mim, hã? Na realidade, você começou com isso, ninguém aceitou a primeira notícia que era perigosa de se obter, não seria justo se você não continuasse com isso.

Seguiu para casa, sorrindo por dentro, já preparava seus blocos e canetas quando ouve, na T.V sobre um fechamento na rodovia, devido à um maluco com uma AK-47. Decide então seguir pela estrada já fechada, via interior, e chega à Osasco finalmente.


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« Resposta #28 Online: 17 Jun 2016, 19:32 »
Zac Rhiler


Pelos ocorridos de hoje, a escola resolve fechar as portas até minimizar o conflito, assim, os alunos foram liberados mais cedo.
Zac estava acompanhado de seu amigo, Yuri, já que os mesmos viviam próximos um do outro.

-Dá para acreditar que a prova foi cancelada por causa destes imbecis armados?! -Yuri perguntava em um tom alto- Esses repórteres só fazem entrevistas, a polícia não consegue contê-los. . .E você. . .acredita na sociedade! Mas por que isso?!
-Por que não? Existem mais pessoas boas do que pessoas no mesmo nível que esses condenados.-Zac responde tranquilamente ouvindo sua música que ele mesmo compôs para algo particular (Rpg Maker), "I just am the ice" -Tomara que amanhã tudo isso tenha acabado. Convidei uma garota para sair neste final de semana.
-Talvez você devesse esperar por mais um pouco...Está acontecendo muitas coisas e amanhã, se der tudo certo, terá as questões de profissão...sabe...aquelas que você responde o que quer ser no futuro...Você já pensou em algo?-vendo que seu amigo não o responde, ele o chama de novo em um tom mais alto.
-Você estava falando comigo?
-Maldito! Claro que eu estava!
-Eu estou brincando, cara! haha Eu queria apenas ser alguém como ele...o repórter "Octo Hundred". Tomara que eu vá bem neste teste e alguma agência me chame pelo menos para fazer um teste.
-Trabalhar com loucos armados?!
-Ué...meu melhor amigo é você então, por que não?! haha
-Maldito...rs. . .


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« Resposta #29 Online: 17 Jun 2016, 19:43 »
Saimon Herpes



   Saimon estava pensativo, ninguém na Advocacia, era estranho, o silêncio estava profundo talvez deveria ligar a Tv. Será que era uma boa ideia? Mesmo assim a ligou, as noticias estavam ficando cada vez mais estranhas, quando apareceu os acontecimentos.

 -Que fome! OPA O QUE!! - A noticia era algo triste pessoas sendo feridas por idiotas. - Como fizeram isso com a praça de alimentação...

   Algo não estava certo tinha sentido isso, quando seu telefone toca, sua mãe o ligava... Saimon desligou fechou sua Advocacia e correu para o hospital, seu irmão estava ferido...
Olá,
Varinha das Varinhas se apresentando!

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