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E querer defender/proteger essas pessoas só por "serem brasileiras" é uma puta hipocrisia imbecil...
Independente do crime que ele cometeu, independente das leis do país, ele deve ser julgado e condenado em solo Brasileiro.
Nesse caso a morte de um ente querido poderia ser evitada. Ferir sentimentos e ferir a vida são coisas diferentes.
isas diferentes.E, apesar de vivermos em uma sociedade de frouxos, ferir a vida sempre foi uma regra fundamental para a sobrevivência de um indivíduo.
Foi, quando nos comportávamos primitivamente. Hoje há o estado, instituição responsável por manter a ordem. Matar era uma regra fundamental para a sobrevivência selvagem, não vivemos mais em uma selvageria. E além disso, quem está apto a decidir quem deve ou não deve morrer? Quem decide isso? Assassinar uma pessoa é selvagem.
Se você vai cometer um crime, no mínimo deveria saber o tipo de punição que receberá se for pego. A Indonésia condena à pena de morte quem pratica tráfico de drogas, portanto, não pratique tráfico de drogas na Indonésia se não quiser correr o risco de morrer. Os dois foram estúpidos, mereceram e agora já está feito, portanto, a imprensa deveria parar de encher o saco com presunto de ontem e voltar a falar de desgraças atuais, como de costume (é, eu não gosto da imprensa, caso não tenham notado).
Citação de: Nandikki em 31/05/2015 às 23:02Nesse caso a morte de um ente querido poderia ser evitada. ...Poderia ter sido evitada se as "vítimas" escolhessem melhor seu ponto de venda (ou melhor ainda, encontrassem um emprego honesto).
Nesse caso a morte de um ente querido poderia ser evitada. ...
E, apesar de vivermos em uma sociedade de frouxos, ferir a vida sempre foi uma regra fundamental para a sobrevivência de um indivíduo. Só lamento o fato de a população ter essa mentalidade de "nunca reagir a assaltos" que vem facilitando tanto a vida dos criminosos.
E além disso, quem está apto a decidir quem deve ou não deve morrer? Quem decide isso? Assassinar uma pessoa é selvagem.
Matar alguém é agir primitivamente, e quando alguém o faz está sujeito a uma reação de mesma natureza, entretanto essa reação poderia se revelar mais civilizada.
... Mas se aquela pessoa comete um crime,e possivelmente terá mortos,matando-a você não seria melhor,apenas cometeria o mesmo crime que ele (Raito Yagame passou aqui pra dar um oi)
... mas se esquecem que uma ou mais vidas foram tiradas, esse sujeito tem chances de se redimir sim, mas vai trazer a vítima de volta? Não! Nesse caso se não usar a pena de morte mas uma prisão perpétua sob trabalho duro e forçado com direito a uma pequenina parte da renda enquanto todo o resto seja destinado a familia da pessoa morta por ele. daí manda o criminoso escolher entre uma e outra....tem uma frase do Bolsonaro que me identifico: pena de morte não resolve 100% o problema da violência mas reduz muito, e se não reduzir pelo menos um criminoso morto não dá despesas para o trabalhador honesto e nem volta a matar?
... uma outra fala desse mesmo amigo meu (os seres humanos são seres emocionais não racionais) ...
É mérito da psicanálise ter demonstrado que mesmo o comportamento de neuróticos e psicopatas tem um sentido, que eles também agem com o objetivo de alcançar fins, embora nós, que nos achamos normais e sãos, consideremos sem sentido o raciocínio que lhes determina a escolha de fins, e inadequados os meios que escolhem para atingir esses fins.Ação humana é comportamento propositado. O poder que tem a razão de esclarecer, através de simples raciocínio, as características essenciais da ação é consequência do fato de que a ação é um produto da razão. Ação humana é necessariamente sempre racional.O objetivo final da ação é sempre a satisfação de algum desejo do agente homem. Uma vez que ninguém tem condições de substituir os julgamentos de valor de um indivíduo pelo seu próprio julgamento, é inútil fazer julgamentos dos objetivos e das vontades de outras pessoas. Ninguém tem condições de afirmar o que faria outro homem mais feliz ou menos descontente. Aquele que critica está informando-nos o que imagina que faria se estivesse no lugar do seu semelhante, ou então está proclamando, com arrogância ditatorial, o comportamento do seu semelhante que lhe seria mais conveniente.