Dissertando um pouco mais sobre o que o Majora já o passou, o enredo tende a ter cinco pontos: introdução; conflito; desenvolvimento; clímax, e; desfecho.
Na introdução tu vai apresentar o cenário em que o mundo ou o lugar onde se passará a história se encontra naquele momento. Se o reino aproveita décadas de paz e fartura em seus campos ou se o personagem se encontra dormindo sozinho em casa numa manhã tranquila de sábado. É uma oportunidade de apresentar personagens também, principalmente o(s) protagonista(s).
Na parte do conflito tu vai mostrar o objetivo do jogo. Um acontecimento inesperado que vai passar a ser a meta do jogador ao longo da história. Seja a princesa do reino ter sido raptada por mercenários a mando de um rei inimigo ou o personagem acordar e não encontrar nada para comer. Nos casos, por exemplo, resgatar a princesa e chegar à padaria do bairro seriam esses objetivos, respectivamente.
No desenvolvimento tu vai prolongar a história. Adicionar mais personagens e os obstáculos para que o jogador chegue ao final dessa jornada são bons métodos de fazer isso. Hoje tu também tem a viabilidade de missões secundárias, que podem ou não interferir na principal. Enfim, nessa parte é importante haverem momentos de superação do personagem, para que ele cresça, algo do tipo enfrentar inimigos difíceis, mas conseguir vencê-los, e claro, dar alguns momentos de descanso à ele.
O clímax é o ponto mais emocionante da história. É quando o personagem encontra a princesa aprisionada no castelo e confronta o rei, onde travam uma batalha mortal. Ou onde o personagem chega à padaria mas vê-se com menos dinheiro do que o necessário para a coxinha, e deve argumentar muito bem para ter a fome saciada. É comum, nesse último ato, haver-se uma derrota inicial seguida de uma superação maior do que as anteriores, a fim de tornar essa parte do enredo a mais emocionante.
E por fim, o desfecho, que é onde a história se finda e você descreve a situação como o cenário termina. O reino volta a sua tranquilidade e comemora o retorno da princesa ou o personagem volta para a casa satisfeito por uma bela coxinha de frango com catupiry.
A construção de um enredo é como se fosse aquelas atividades que fazíamos quando mais novos na escola, em que devemos interligar pontos e formar um desenho. O ideal é formular esses pontos e desenvolver a história a fim de interligá-los, tornando-os conexos.